Como Visitar O Mosteiro Dos Jerónimos Em 2023

O Mosteiro dos Jerónimos, oficialmente Mosteiro de Santa Maria de Belém, é um monumento em estilo manuelino, que foi mandado construir pelo rei D. Manuel I. Situado na freguesia de Belém, uma das zonas mais turísticas de Lisboa, tem sido o espaço cultural mais visitado em Portugal nos últimos anos.

O Mosteiro dos Jerónimos foi classificado como Monumento Nacional em 1907 e inscrito na Lista do Património Mundial da UNESCO em 1983, juntamente com a Torre de Belém. Além disso, foi declarado uma das “7 Maravilhas de Portugal” em julho de 2007 e ganhou o estatuto de Panteão Nacional em maio de 2016!

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Mosteiro dos Jerónimos
Mosteiro dos Jerónimos

Breve História do Mosteiro dos Jerónimos

Em 1496, o então rei D. Manuel I pediu autorização à Santa Sé para fundar um grande mosteiro dedicado a Nossa Senhora e destinado à Ordem de São Jerónimo, nos arredores da cidade de Lisboa. Depois de escolhido o local, na margem norte do rio Tejo e em frente à antiga Praia do Restelo, as obras começaram por volta de 1501-02.

O Mosteiro dos Jerónimos beneficiou de um avultado financiamento por parte do rei D. Manuel I, uma vez que o monarca viveu durante a época de maior expansão do Império Português, promovendo a descoberta do caminho marítimo para a Índia (por Vasco da Gama) e a descoberta do Brasil (por Pedro Álvares Cabral). Na verdade, esta “Idade do Ouro Portuguesa” é mundialmente conhecida como a Era dos Descobrimentos Portugueses.

Jardim da Praça do Império

As riquezas conquistadas com as explorações marítimas, nomeadamente com o comércio de especiarias, permitiram não só utilizar a matéria-prima da melhor qualidade possível, como também contratar os artistas mais notáveis: Diogo Boitaca, João de Castilho, Nicolau Chanterene, Diogo de Torralva e Jerónimo de Ruão, entre outros.

A construção do Mosteiro dos Jerónimos prolongou-se durante um século, até 1601. Nessa altura, o monumento era composto pela igreja (com várias capelas, sacristia e coro alto), sala do capítulo, refeitório, confessionários, dormitórios e por um claustro de dois andares. Já no século XIX, foi acrescentado o longo edifício neomanuelino a poente do mosteiro, onde hoje estão sediados o Museu Nacional de Arqueologia e parte do Museu da Marinha.

Património Mundial

Sabias que o Mosteiro dos Jerónimos fez parte do primeiro conjunto de inscrições de Portugal na Lista do Património Mundial da UNESCO? Esta 7ª sessão do Comité de Património Mundial realizou-se em Florença (Itália), entre os dias 5 e 9 de dezembro de 1983.

Quatro outros sítios portugueses foram anunciados na sessão: a Zona Central da Cidade de Angra do Heroísmo nos Açores; o Convento de Cristo em Tomar; o Mosteiro da Batalha; e a Torre de Belém em Lisboa.

Hoje em dia, Portugal é o décimo-oitavo país do mundo e o nono país da Europa com mais sítios UNESCO, empatado com a Polónia. Possui dezassete bens patrimoniais (tanto culturais, como naturais) inscritos na lista mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura!

Entretanto, já tive a oportunidade de visitar catorze:

Como Chegar ao Mosteiro dos Jerónimos

Independentemente da zona de Lisboa onde estejas, é muito fácil chegar ao Mosteiro dos Jerónimos de carro ou em transportes públicos. Isto porque o monumento é servido por autocarros (linhas 79B, 201, 714, 727, 728, 729, 751), elétrico (número 15E), comboio (Linha de Cascais) e até por barco/ferry!

Se estiveres a conduzir, podes estacionar na Praça Afonso de Albuquerque (em frente ao Palácio Nacional de Belém e ao Museu Nacional dos Coches), ou então junto ao rio Tejo, no parque de estacionamento do Terreiro das Missas (entre a Doca de Belém e a Estação Fluvial de Belém) ou no do Museu da Eletricidade.

E já que Belém tem um património tão rico no que toca a monumentos, museus e palácios, porque não dedicar um dia inteiro a conhecer esta zona histórica? Por exemplo, nas imediações do Mosteiro dos Jerónimos, podes visitar:

Horários de Abertura & Preços de Bilhetes

O Mosteiro dos Jerónimos está aberto de terça-feira a domingo, das 10:00 às 17:30 (de outubro a abril) ou das 10:00 às 18:30 (de maio a setembro), sendo que a última entrada acontece às 17:00 e 18:00, respetivamente. Além das segundas-feiras, o monumento encerra nos dias 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio, 13 de junho (Dia de Santo António), 24 e 25 de dezembro.

Se só quiseres visitar a Igreja de Santa Maria de Belém, esta está aberta de terça-feira a sábado, das 10:30 às 17:00 (de outubro a abril) ou das 10:30 às 18:00 (de maio a setembro). Aos domingos e feriados religiosos, o horário funciona das 14:00 às 17:00 (de outubro a abril) ou das 14:00 às 18:00 (de maio a setembro).

No que diz respeito a ingressos, a Igreja de Santa Maria de Belém é de entrada livre. Por outro lado, o Mosteiro dos Jerónimos requer entrada com bilhete, que custa 10€ (tarifa normal) ou 5€ (tarifa reduzida para maiores de 65 anos e detentores do Cartão de Estudante ou Cartão Jovem), enquanto que as crianças até aos 12 anos não pagam entrada.

DICA: Tal como os restantes monumentos e museus geridos pela Direção-Geral do Património Cultural, o Mosteiro dos Jerónimos é grátis aos domingos até às 14:00, para todos os residentes em Portugal!

O Que Ver no Mosteiro dos Jerónimos

Fachada Sul

Embora não seja a fachada principal do Mosteiro dos Jerónimos, a Fachada Sul é aquela que vês em quase todos os cartões-postais da cidade de Lisboa. Voltada para a Praça do Império, é toda feita em pedra lioz, um tipo de calcário muito presente na região de Lisboa (em especial no município de Sintra).

É impossível não parar para admirar a impressionante arquitetura e decoração escultórica, que fazem do Mosteiro dos Jerónimos um dos exemplos mais emblemáticos da arte manuelina. Também chamado de gótico português tardio, este estilo foi muito influenciado pela arte mudéjar e carateriza-se pela exuberância das formas e incorporação de elementos e símbolos (na sua maioria, naturalistas, régios, marítimos, e religiosos).

Portal Sul

O Portal do Sul do Mosteiro dos Jerónimos foi projetado pelo mestre de obras e arquiteto hispano-português João de Castilho e demorou dois anos a ser terminado (1517-18). Segundo os registos históricos, mais de 200 trabalhadores contribuíram para a construção desta estrutura triunfal, entre pedreiros, aparelhadores, escultores, etc.!

Considerado uma das obras-primas do monumento, o Portal Sul tem cerca de 32 metros de altura e 12 metros de largura. Com uma iconografia bem mais complexa que o Portal Axial (na Fachada Principal), apresenta um grupo escultórico com 40 figuras alusivas à história da Bíblia Sagrada (apóstolos, profetas, santos e anjos) e à história de Portugal (estátua do Infante D. Henrique, armas nacionais e medalhões reais).

Claustro

O Claustro do Mosteiro dos Jerónimos foi projetado em três campanhas de construção sucessivas, supervisionadas por três renomados arquitetos daquela época: Diogo de Boitaca (desde 1502), João de Castilho (a partir de 1517) e Diogo de Torralva (entre 1540 e 1541).

Com dois andares abobadados e planta quadrada de cantos cortados, o Claustro do Mosteiro dos Jerónimos tornou-se o primeiro claustro concebido integralmente em estilo manuelino. E à semelhança dos claustros de outros mosteiros (e conventos), este era um espaço de meditação e recreio para os monges.

Mais uma vez, distingue-se pela riqueza iconográfica dos detalhes decorativos, que combinam símbolos naturalistas (animais fantásticos e motivos vegetais), régios (a esfera armilar, a cruz da Ordem de Cristo, escudos e emblemas) e religiosos (instrumentos da Paixão de Cristo).

Confessionários

Os Confessionários do Mosteiro dos Jerónimos são um conjunto de doze salas, instaladas entre a galeria nascente do piso térreo do Claustro e a Igreja de Santa Maria de Belém. E sabias que a confissão dos marinheiros e peregrinos era assegurada pelos próprios monges da Ordem de São Jerónimo?

Como tinham feito um voto de clausura pérpetua, os monges confessores permaneciam do lado do Claustro, enquanto que os penitentes acediam aos Confessionários pela Igreja de Santa Maria de Belém. O que signifca que a comunicação entre as duas partes era feita através de uma grade de ferro!

Túmulo de Fernando Pessoa

Fernando Pessoa é um dos poetas mais importantes do século XX, aclamado por ter encarnado diversas personalidades – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis – às quais chamou heterónimos. Contudo, o seu corpo só foi transladado para o Mosteiro dos Jerónimos em 1985, no cinquentenário da sua morte.

O Túmulo de Fernando Pessoa também se encontra no piso térreo do Claustro, ainda que na ala norte. Criado pelo escultor português Lagoa Henriques, a lápide contém uma inscrição do poema “Para Ser Grande, Sê Inteiro” de Ricardo Reis, retirado da obra “Odes de Ricardo Reis” (1933).

Coro Alto

Apesar do Mosteiro dos Jerónimos ter sobrevivido à destruição massiva provocada pelo Terramoto de Lisboa de 1755, houve zonas do monumento que foram bastante afetadas pela trágica catástrofe natural. E uma delas foi o Coro Alto, cuja balaustrada se desmoronou e só foi reconstruída em 1883.

Sabe-se que os monges da Ordem de São Jerónimo frequentavam o Coro Alto em vários momentos do dia, para rezarem em voz alta, entoarem cânticos e participarem nos ofícios religiosos. O cadeiral em madeira de carvalho e castanho, de influência flamenga e italiana, foi desenhado por Diogo de Torralva e executado por Diogo de Çarça e Filipe de Vries (este último, o autor da escultura em madeira policromada “Cristo na Cruz”).

Sala do Capítulo

A Sala do Capítulo é um salão presente em quase todos os mosteiros, conventos e colegiadas, onde se realizavam as reuniões entre os monges, freiras ou cónegos e os seus superiores (abades/abadessas, priores, deões, etc.).

Em Portugal, algumas das salas do capítulo mais extraordinárias encontram-se no Mosteiro de Alcobaça, Mosteiro da Batalha, Mosteiro de Tibães (em Braga) e Convento dos Capuchos (em Sintra).

Curiosamente, a Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos nunca foi usada para essa finalidade, visto que só foi abobadado e decorado no século XIX. Aliás, a única estrutura que ficou concluída no início do século XVI foi a porta, elaborada por Rodrigo de Pontezilha entre 1517 e 1518.

Túmulo de Alexandre Herculano

Alexandre Herculano foi um escritor, poeta, historiador, jornalista e político do século XIX, que se destacou como introdutor do Romantismo em Portugal, defensor do património cultural e artístico nacional, pioneiro da historiografia moderna portuguesa e Presidente da Câmara de Belém (município independente de Lisboa até 1855).

Quando faleceu, foi constituída uma Comissão Executiva para promover a projeção de um mausoléu em sua honra, como é possível ler numa inscrição histórica da Sala do Capítulo.

O túmulo, em estilo neogótico e datado de 1887, foi criado pelo escultor Eduardo Augusto da Silva. A princípio, possuía um baldaquino sumptuoso, mas este foi removido posteriormente.

Refeitório

O Refeitório do Mosteiro dos Jerónimos foi construído pelo mestre Leonardo Vaz, entre os anos 1517 e 1518. E, na minha opinião, o detalhe mais interessante deste grande salão é a sua magnífica abóbada polinervada e abatida, muito caraterística do estilo manuelino!

Se gostas de azulejos portugueses tanto quanto eu, então vais apreciar ainda mais este Antigo Refeitório do Mosteiro dos Jerónimos. Isto porque as paredes estão revestidas por painéis de azulejos coloridos do final do século XVIII, que representam episódios da Bíblia Sagrada (como o “Milagre da Multiplicação dos Pães e Peixes”)!

Igreja de Santa Maria de Belém

A Igreja de Santa Maria de Belém é a secção mais conhecida do Mosteiro dos Jerónimos e, de certeza, a mais visitada (por ser de entrada livre).

Com uma planta em cruz latina, é encimada por uma intricada abóboda polinervada – que por sua vez é sustentada por seis colunas ricamente decoradas.

É chamada de “igreja-salão”, porque as suas três naves têm todas as mesma altura, gerando um espaço interior único e uniforme.

Este templo religioso em estilo manuelino e maneirista recebeu o nome oficial de Igreja Paroquial da Freguesia de Santa Maria de Belém, em meados do século passado.

Capela do Senhor dos Passos

A Capela do Senhor dos Passos é a primeira capela que vês do lado esquerdo, quando entras na Igreja de Santa Maria de Belém.

Antigamente, era a Capela de Santo António, o padroeiro da cidade de Lisboa. Dessa altura, ainda subsiste a estrutura manuelina, cujo estilo está bem presente no arco da entrada.

Quando a Irmandade do Senhor dos Passos foi fundada no século XVII, esta capela passou a ser dedicada ao Senhor dos Passos. Foi igualmente nessa época que ganhou o ostensivo altar e revestimento em talha dourada.

Em 1803, o pintor português António de Oliveira Bernardes acrescentou as quatro telas dos anjos com os instrumentos da Paixão de Cristo.

Capela Batismal

A Capela Batismal é a primeira capela que vês do lado direito, quando entras na Igreja de Santa Maria de Belém. Ou seja, fica mesmo em frente à Capela do Senhor dos Passos.

Tal como a anterior, já foi uma capela dedicada a outro santo – neste caso, São Leonardo. Tanto quanto se sabe, foi reformulada para servir de Batistério do Mosteiro dos Jerónimos algures no século XIX.

Prova disso é a pia batismal neomanuelina, que decora o centro do pequeno templo católico. Esta corrente revivalista manifestou-se na arquitetura e artes decorativas portuguesas entre meados do século XIX e inícios do século XX, o que ajuda a datar a criação da Capela Batismal!

Túmulo de Vasco da Gama

O Túmulo de Vasco da Gama é uma das principais “atrações” do Mosteiro dos Jerónimos. Afinal de contas, estamos a falar de um dos mais influentes navegadores e exploradores portugueses, que descobriu o caminho marítimo para a Índia!

Trasladado para a Igreja de Santa Maria de Belém em 1880, a sua arca tumular foi esculpida por Vítor Bastos e Costa Mota, no ano 1894 e em estilo neomanuelino. Podes encontrá-la no subcoro, em frente ao Túmulo de Luís de Camões.

Os elementos decorativos do Túmulo de Vasco da Gama incluem os célebres símbolos da Era dos Descobrimentos Portugueses e do rei D. Manuel I, como a cruz da Ordem de Cristo, a caravela e a esfera armilar, bem como motivos vegetalistas.

Túmulo de Luís de Camões

Se o Túmulo de Vasco da Gama está localizado do lado esquerdo, depois da Capela do Senhor do Passos, é natural que encontres o Túmulo de Luís de Camões do lado direito, depois da Capela Batismal.

Luís de Camões é considerado por muitos como a maior figura da literatura lusófona. Autor da epopeia “Os Lusíadas” (1572), onde relata precisamente a viagem de Vasco da Gama, tornou-se um símbolo nacional ainda no século XVI.

Como podes reparar pelo estilo, o Túmulo de Luís de Camões foi feito no mesmo ano e pelos mesmos autores do Túmulo de Vasco da Gama. Mas os símbolos da sua arca tumular – a pena, a lira e as coroas de louros – referem-se à literatura e poesia, não ao poder régio ou às atividades marítimas!

Capela Norte do Transepto

As últimas três capelas deste guia sobre o Mosteiro dos Jerónimos – Capela Norte do Transepto, Capela-Mor e Capela Sul do Transepto – constituem o Panteão Régio (ou Panteão Nacional, desde 2016).

Na Capela Norte do Transepto, a do lado esquerdo, é possível ver os túmulos dos filhos do rei D. Manuel I (D. Fernando, D. António, D. Afonso, D. Luís, D. Carlos, D. Duarte e D. Maria) e do Cardeal D. Henrique (ou rei D. Henrique I de Portugal). Este último é a arca de maiores dimensões ao centro.

Iniciadas por volta de 1587, as duas Capelas do Transepto alternam as sepulturas reais com os altares em baixo-relevo. Esta disposição é típica do movimento maneirista e foi instaurada pelo arquiteto português Jerónimo de Ruão.

Capela-Mor

Parte central do Panteão Régio, a Capela-Mor da Igreja de Santa Maria de Belém acolhe os túmulos do rei D. Manuel I, da rainha D. Maria de Aragão e Castela (a sua segunda esposa), do rei D. João III (o primogénito do rei D. Manuel I e seu sucessor ao trono) e da rainha D. Catarina de Áustria (a sua mulher).

A Capela-Mor original de Diogo Boitaca foi substituída pela atual, encomendada pela rainha D. Catarina de Áustria em 1571. E o artista escolhido foi Jerónimo de Ruão, razão pela qual contrasta com a estrutura manuelina da Igreja do Mosteiro dos Jerónimos. É ainda importante mencionar o retábulo pintado por Lourenço de Salzedo, onde estão retratados episódios da Paixão de Cristo e a Adoração dos Magos.

Capela Sul do Transepto

Esta visita ao Mosteiro dos Jerónimos termina na Capela Sul do Transepto, a última capela da Igreja de Santa Maria Belém que falta descrever.

A Capela Sul do Transepto é muito parecida com a Capela Norte do Transepto em termos de configuração. Como já aqui referi, ambas foram projetadas por Jerónimo de Ruão no final do século XVI, para servirem de complemento ao Panteão Régio da Capela-Mor.

Muito parecida com a Capela Norte do Transepto, a Capela Sul do Transepto é o lugar de repouso dos restos mortais dos filhos do rei D. João III (D. Afonso, D. Filipe, D. João, D. Manuel, D. António, D. Dinis, D. Isabel e D. Beatriz) e do seu neto (o rei D. Sebastião I e seu sucessor ao trono).

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