Grande Galeria Da Evolução: Melhores Dicas Para Visitar Em 2023

A Grande Galeria da Evolução é um dos vários edifícios que integram o Museu Nacional de História Natural de Paris, responsável não apenas pelo desenvolvimento de pesquisas nesta área, como também pela divulgação da cultura científica.

Ainda assim, a Grande Galeria da Evolução, por si só, está incluída na lista de Musées de France do Ministério da Cultura francês. O monumento localiza-se na parte sudoeste do Jardin des Plantes (no 5e arrondissement de Paris) e conta de forma surpreendentemente exímia como os seres vivos evoluíram ao longo da história!

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Grande Galeria da Evolução
Grande Galeria da Evolução

Breve História da Grande Galeria da Evolução

Concebido em 1635 por Jean Héroard e Guy de La Brosse, dois médicos ao serviço do rei Luís XIII, o original Jardin royal des plantes médicinales foi renomeado Jardin des plantes, logo após a Revolução Francesa.

Nesse sentido, a Convention nationale decide criar o Muséum national d’histoire naturelle em junho de 1793, como uma continuação do Jardim das Plantas e instituição francesa de ensino, pesquisa e difusão da cultura científica da Natureza e do Homem.

Com várias dezenas de milhões de espécimes e objetos no seu património, o complexo do museu inclui principalmente jardins, estufas, galerias-museu e até um jardim zoológico, isto apenas na sua sede, o recinto do Jardim das Plantas. Ainda assim, o edifício mais importante de todos é o da Grande Galeria da Evolução.

Fora isso, o Museu Nacional de História Natural estende-se não só a outros pontos da capital – Musée de l’Homme (16e arrondissement) e Parc Zoologique de Paris (12e arrondissement) – mas também a outras regiões francesas:

Jardin des Plantes

Portanto, o Jardin des Plantes está aberto ao público há mais de 400 anos e tem uma diversidade de plantas históricas absolutamente única em França. Antes de mais nada, é impossível ignorar a sua enorme secção central de canteiros com mais de 600 variedades de plantas, misturando cores, perfumes e formas.

Para além disso, são vários os pequenos jardins que formam o Jardim das Plantas, sendo um dos mais visitados o Labirinto, pelo seu magnífico miradouro em forma de coreto metálico. Ou então, podes percorrer o Jardim das Rosas com mais de 170 espécies e variedades.

Junto às Grandes Estufas do Jardim das Plantas, situa-se a Escola de Botânica, uma plantação de vegetais adaptados ao clima parisiense e organizados conforme as suas famílias e géneros. Mesmo ao lado está o Jardim Ecológico (disponível para visitas guiadas) que evoca a biodiversidade de quatro bosques da Île-de-France, assim como de cinco meios selvagens.

Do mesmo modo, entre a Galeria de Paleontologia e de Anatomia comparada e a Galeria de Botânica podes encontrar o Jardim de Íris e de Plantas Perenes, que acolhe uma coleção de plantas perenes decorativas e plantas trepadeiras, entre 150 variedades de íris. De livre acesso, este jardim está aberto todos os dias de abril a setembro, das 08:30 às 15:30 (salvo aos fins-de-semana e feriados).

Quer o Jardim de Rochas e de Peónias, apresentando a grande diversidade geológica do planeta, por entre canteiros de peónias do Japão, quer o Jardim Alpino, com mais de 2000 plantas de montanha dos Alpes, Pirenéus, Cáucaso, América do Norte e Himalaias, entre outros, também podem ser visitados.

Em conclusão, podes visitar o Jardim das Plantas gratuitamente e todos os dias, das 07:30 às 17:00 (inverno) e das 07:30 às 19:30 (verão).

Guia Prático da Grande Galeria da Evolução

Com 6000 m² de recinto, a Grande Galerie de l’Évolution foca-se sobretudo na biodiversidade e evolução das espécies, a partir das coleções de 7000 espécies reunidas ao longo dos séculos pelo Museu Nacional de História Natural.

Primeiramente, a Grande Galeria da Evolução tinha como nome Galeria de Zoologia, um monumento concebido por Louis-Jules André e inaugurado em julho de 1889. No entanto, a importância da História Natural foi perdendo valor na sociedade francesa e o edifício foi-se deteriorando por falta de apoios financeiros para a sua manutenção, acabando por encerrar portas em 1966.

Depois de décadas no esquecimento, a galeria-museu sofreu uma profunda renovação e foi reaberta como Grande Galeria da Evolução a 21 de junho de 1994.

Informações Práticas

A Grande Galeria da Evolução está aberta todos os dias (exceto à terça-feira), das 10:00 às 18:00. Assim sendo, encerra apenas nos feriados 1 de janeiro, 1 de maio e 25 de dezembro. Os bilhetes têm um custo de 10€ (tarifa completa) ou 7€ (tarifa reduzida), mas existem ingressos combinados na bilheteira online.

Por exemplo, a entrada para a galeria, com a Exposição Temporária incluída, custa 12€ (tarifa completa) ou 9€ (tarifa reduzida). Se optares pelo museu com acesso à Galeria das Crianças, o preço é exatamente o mesmo: 12€ ou 9€. Caso desejes visitar os três espaços diferentes, então tens o bilhete a 14€ (tarifa completa) ou 11€ (tarifa reduzida).

Entre os grupos de pessoas que pagam tarifa reduzida, figuram os jovens com menos de 25 anos e residentes na União Europeia. Quanto às crianças com menos de 3 anos, estas não pagam entrada. Por último, podes aceder ao Museu de História Natural de comboio ou metro. O comboio suburbano RER C para na “Gare d’Austerliz”, tal como as linhas 5 e 10 do metro. Mas também podes sair nas estações “Place Monge”, “Censier-Daubenton” (linha 7) ou “Jussieu” (linhas 5 e 7).

Piso 0 – Diversidade dos Seres-Vivos (Meios-Ambientes Marinhos)

Em primeiro lugar, o piso da entrada ilustra a diversidade de espécies animais que povoam os meios-ambientes marinhos. Em resumo, o rés-do-chão inclui um Auditório, uma Loja e sete coleções:

  • Ambientes Pelágicos – vida marinha num espaço tridimensional
  • Ártico e Antártico – “desertos” de gelo e oceanos envolventes
  • Espaço Narval – local pensado para as crianças e famílias
  • Litoral – meio-ambiente influenciado pela luz e marés
  • Recifes de Coral – meio-ambiente construído por organismos vivos
  • Fontes Hidrotermais – fontes de calor no fundo dos oceanos
  • Planícies Abissais – vida marinha no frio, escuridão e pressão

Piso 1 – Diversidade dos Seres-Vivos (Meios-Ambientes Terrestres)

O primeiro piso representa a mesma diversidade dos seres-vivos, mas agora dos meios-ambientes terrestres. Aliás, existem oito exposições, em conjunto com salas pedagógicas (como “O Pequeno Teatro” e “O Atelier”):

  • Florestas tropicais da América – espécies animais dispersas numa vegetação rica
  • Savana africana – secção central do museu, decorada com uma extensa parada de mais de 60 animais
  • Fauna, flora e reservas naturais de França – coleção de fotografias apresentadas num programa interativo
  • Ártico e Antártico – continuação do piso 0
  • Deserto do Saara – paisagem mineral e de seres-vivos adaptados à falta de água
  • Classificação das espécies – reflexão detalhada sobre as relações de parentesco entre espécies
  • Coleções e taxidermia – origem de espécimes naturalizados
  • Galeria das Crianças – espaço lúdico que ensina de forma interativa a biodiversidade e o impacto do Homem no planeta

Na minha opinião, a Savana africana é a secção mais fascinante da Grande Galeria da Evolução!

Piso 2 – O Homem, Fator de Evolução

Em seguida e subindo um andar, é possível perceber como as atividades humanas alteram o curso natural da biodiversidade no nosso planeta. Dessa forma, contam-se dez secções distintas, repartidas por práticas exploratórias do meio-ambiente e dispostas numa perspetiva evolutiva:

  • Introdução – primórdios do Homem
  • Caça, pesca, colheita – espécies que desaparecem com estas atividades
  • Domesticação – animais e plantas que são retirados da sua seleção natural
  • Transportes – espécies colonizadoras de novos ecossistemas, por causa das viagens dos humanos
  • Transformação das paisagens – paisagens naturais transformadas, devido ao sedentarismo humano
  • Poluições – aumento da poluição, associada à produção
  • “Tudo se complica” – multiplicação das atividades e seus efeitos
  • Espécies ameaçadas, espécies extintas – espécimes naturalizados únicos, invertebrados extremamente raros e herbários históricos
  • Espaço dodo – história do mais famoso animal já extinto
  • O planeta hoje – o amanhã do nosso planeta

A minha recomendação especial deste piso vai para a Sala das Espécies Ameaçadas e Extintas, situada numa zona mais resguardada e melancólica do museu!

Piso 3 – A Evolução da Vida

O último andar da Grande Galeria da Evolução não só faz uma homenagem aos naturalistas que contribuíram para a compreensão da história da vida, como também explica os mecanismos da evolução, num total de seis divisões:

  • Espaço histórico – da ideia de transformismo à ideia de evolução, com nomes como Comte de Buffon, Jean-Baptiste de Lamarck, Georges Cuvier, Geoffroy Saint-Hilaire e Charles Darwin
  • “Reproduzir-se e transmitir” – contribuições da genética à teoria da evolução
  • “Transmitir e selecionar” – como a seleção natural influencia a estrutura genética das espécies
  • “Reconstruir a história” – a partir da paleontologia, da biologia molecular e da anatomia comparada
  • “A evolução, de novo?” – resultados da genética e da biologia molecular, que ajudam a compreender os mecanismos evolutivos
  • “Nas pegadas dos seres-vivos” – exemplos da história da vida: aparição, extinção e conquista da Terra pelas plantas e animais

Piso -1 – Exposições Temporárias

Por fim, o piso subterrâneo é dedicado a exposições temporárias muito recomendadas. Contudo, estas requerem um bilhete independente (ou um suplemento adicional). Quando estive no Museu Nacional de História Natural de Paris, visitei “Océan – Une plongée insolite”. Esta exposição foi transferida para a Estação Marinha Marinha de Concarneau, logo após ter encerrado no dia 5 de janeiro de 2020.

O Que Ver no Museu Nacional de História Natural de Paris

Biblioteca Central

Criada depois da Revolução Francesa, a Bibliothèque centrale do Museu Nacional de História Natural de Paris é decerto uma das bibliotecas de Ciências Naturais mais ricas do mundo. Isto porque acolhe um Gabinete de Curiosidades conservado desde o século XVIII!

Estes gabinetes começaram a surgir durante a era dos Descobrimentos Europeus (séculos XVI e XVII) e eram principalmente quartos ou salas de colecionadores particulares. Estes acumulavam objetos bastante raros excêntricos dos três ramos da Biologia conhecidos na época: animal, vegetal e mineral.

Tanto quanto se sabe, estas coleções privadas podiam abarcar também invenções e instrumentos humanos, conjuntos de pinturas e desenhos ou meras curiosidades e achados provenientes das novas explorações renascentistas.

Informações Práticas

A Mediateca está aberta todos os dias (exceto ao domingo), mas com diferentes horários. Às segundas, quartas, quintas e sextas-feiras, funciona das 09:00 às 19:00, enquanto que às terças-feiras o horário é das 13:00 às 19:00. Quanto aos sábados, podes acedê-la das 10:00 às 19:00 e a entrada é livre.

O acesso à Biblioteca de Pesquisa depende uma inscrição prévia, sendo que os horários também diferem. Às segundas, quartas, quintas e sextas-feiras, está aberta das 09:00 às 19:00 e às terças-feiras, das 13:00 às 19:00. Aos sábados, funciona das 10:00 às 19:00, encerrando aos domingos e feriados.

Galeria de Botânica

Construída em 1935, o edifício da Galerie de Botanique abriga o Herbário Nacional que é inegavelmente o maior e mais completo do mundo, com cerca de 8 milhões de amostras colhidas em todos os continentes!

Narrando quase quatro séculos de história da Botânica mundial, o museu possui não só variadíssimos espécimes notáveis, bem como documentos de valor incalculável.

Informações Práticas

A Galeria de Botânica está aberta todos os dias (exceto à terça-feira), das 10:00 às 17:00, encerrando nos feriados 1 de janeiro, 1 de maio e 25 de dezembro. De março a meio de outubro, o museu fecha uma hora mais tarde (18:00).

O bilhete único inclui o Itinerário Grandes Estufas e Passeio Botânico e custa 7€ (tarifa completa) ou 5€ (tarifa reduzida). Tal como na Grande Galeria da Evolução, os jovens com menos de 25 anos e residentes na União Europeia pagam tarifa reduzida e as crianças com menos de 3 anos não pagam entrada.

Galeria de Mineralogia e Geologia

Neste edifício de 1837 do Museu Nacional de História Natural estão conservadas mais de 460 000 rochas e minerais, já que muitas delas são provenientes de coleções reais europeias.

Após uma profunda reabilitação da Sala de “Cristais Gigantes”, a Galerie de Minéralogie et Geólogie abriu uma exposição sublime chamada “Trèsors de la Terre”, de tal forma que está em exibição há vários anos consecutivos.

Como resultado, nela estão contidos 600 dos mais importantes exemplares da galeria, entre cristais gigantes, meteoritos, gemas e outros objetos preciosos.

Informações Práticas

A Galeria de Mineralogia e Geologia está aberta todos os dias, das 10:00 às 17:00 e março a meio de outubro, encerra uma hora mais tarde (18:00). Nos feriados 1 de janeiro, 1 de maio e 25 de dezembro, o museu encontra-se fechado.

O bilhete único inclui a exposição “Trèsors de la Terre”, pelo preço de 7€ (tarifa completa) ou 5€ (tarifa reduzida). Tal como na Grande Galeria da Evolução, os jovens com menos de 25 anos e residentes na União Europeia pagam tarifa reduzida e as crianças com menos de 3 anos não pagam entrada.

Galeria de Paleontologia e de Anatomia Comparada

Desde que abriu em 1898, a Galerie de Paléontologie et d’Anatomie comparée proporciona uma paisagem absolutamente sensacional de esqueletos aos seus visitantes.

Em síntese, a Galeria de Anatomia Comparada exibe o mundo dos vertebrados no rés-do-chão. Por outro lado, a Galeria de Paleontologia mostra uma coleção extraordinária de fósseis, tanto de vertebrados como de invertebrados, no primeiro piso.

Só para exemplificar, existem amostras de dinossauros, mastodontes e pássaros gigantes que estão dispostos num critério evolutivo similar ao da Grande Galerie de l’Évolution.

Informações Práticas

Podes visitar a Galeria de Paleontologia e de Anatomia Comparada todos os dias (exceto à terça-feira), das 10:00 às 18:00. Os únicos dias em que se encontra encerrada são os feriados 1 de janeiro, 1 de maio e 25 de dezembro.

Quanto aos preços, os bilhetes ficam-se pelos 9€ (tarifa completa) ou 6€ (tarifa reduzida). E, tal como os restantes museus, os jovens com menos de 25 anos e residentes na União Europeia pagam tarifa reduzida e as crianças com menos de 3 anos não pagam entrada.

Grandes Estufas do Jardim das Plantas

Entrando pela Estufa de Plantas Tropicais, rapidamente imergimos numa viagem por terras distantes, que nos ajuda a reconhecer um mundo vegetal complexo se bem que frágil, a necessitar de ser preservado.

As Grandes Serres du Jardin des Plantes estão divididas em quatro biomas, isto é, ecossistemas ou habitats: florestas tropicais, zonas áridas, Nova Caledónia (arquipélago na Oceânia) e história das plantas ao longo dos tempos geológicos.

A visita às Grandes Estufas está incluída no bilhete de entrada da Galeria de Botânica, para que possas descobrir de forma completa e detalhada o imenso espólio de flora do Museu Nacional de História Natural de Paris.

Informações Práticas

As Grandes Estufas do Jardim das Plantas abrem todos os dias (exceto à terça-feira), das 10:00 às 17:00. De março a meio de outubro, fecham uma hora mais tarde (18:00), encerrando apenas nos dias 1 de janeiro, 1 de maio e 25 de dezembro.

O bilhete único inclui o Itinerário Grandes Estufas e Passeio Botânico e custa 7€ (tarifa completa) ou 5€ (tarifa reduzida). Tal como na Grande Galeria da Evolução, os jovens com menos de 25 anos e residentes na União Europeia pagam tarifa reduzida e as crianças com menos de 3 anos não pagam entrada.

Jardim Zoológico do Jardim das Plantas

Hoje em dia, este jardim zoológico criado em 1794 é um dos mais antigos do mundo, logo depois do Tiergarten Schönbrunn (em Viena, Áustria). O Zoo du Jardin des Plantes é apelidado de Ménagerie, ou seja, uma coleção particular de animais vivos em cativeiro (de uma maneira geral, selvagens ou exóticos).

A Ménagerie du Jardin des Plantes, espalhada por cinco hectares e meio de terreno, hospeda 1800 animais de quase 200 espécies, como por exemplo: mamíferos, pássaros, lagartos, cobras e insetos. Assim sendo, os primeiros animais foram recuperados da antiga Ménagerie Royale de Versailles, fundada em 1662 pelo rei Luís XIV.

As principais missões do Jardim Zoológico do Jardim das Plantas são, acima de tudo, a conservação das espécies animais, pesquisa e a sensibilização para com a preservação da biodiversidade. Há uma razão para não existirem animais de grande porte, como girafas, elefantes e rinocerontes. Todos os edifícios da Ménagerie du Jardin des Plantes são “historicamente protegidos”, o que impossibilita a sua expansão ou transformação.

Informações Práticas

O Jardim Zoológico do Jardim das Plantas está aberto todos os dias do ano, se bem que com dois horários distintos. Ora, no inverno funciona das 09:00 às 17:00 (encerra às 17:30 aos domingos e feriados). Já no verão, o horário estende-se até às 18:00 (e às 18:30 nos domingos e feriados).

Os bilhetes custam 13€ (tarifa completa) e 10€ (tarifa reduzida), enquanto que as crianças com menos de 3 anos não pagam entrada. Os jovens com menos de 25 anos e residentes na União Europeia são um dos grupos de pessoas com direito à tarifa reduzida.

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