Castelo de Amboise: Melhores Dicas Para Visitar Em 2024

O Castelo de Amboise (em francês, Château d’Amboise) é um dos castelos mais importantes de França, visto que era um dos favoritos da Família Real Francesa. Ainda por cima, é um dos castelos franceses mais bem conservados do país, com elementos arquitetónicos e decorativos do final do século XV!

Além de dezenas de salas, galerias e quartos magníficos, o Castelo de Amboise é composto por inúmeros terraços exteriores, torres de guarda e jardins luxuriantes. E se estiveres a planear uma visita a Amboise, podes (e deves) dedicar uma manhã/tarde inteira a explorar este antigo palácio real!

Por isso, queres saber mais sobre o Castelo de Amboise: Melhores Dicas Para Visitar Em 2024? Continua a ler!

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Castelo de Amboise

Breve História do Castelo de Amboise

Antes de ser confiscado pelo rei Carlos VII e anexado aos bens da Coroa francesa a 4 de setembro de 1434, o Castelo de Amboise pertenceu à Casa de Amboise (em francês, Maison d’Amboise) durante mais de quatro séculos.

Nos dias que correm, estima-se que 75% do Castelo de Amboise edificado pelo rei Carlos VIII de França ainda subsiste. Este monarca foi um dos principais impulsionares da sua restauração em estilo gótico flamboyant francês tardio, que começou em 1492 e se intensificou a partir de 1495.

Dois mestres pedreiros italianos foram contratados para levar a cargo este projeto arquitetónico: Domenico da Cortona e Fra Giocondo. A estes juntaram-se três construtores franceses – Colin Biart, Guillaume Senault e Louis Armangeart – que ajudaram a fundar o estilo renascentista francês.

Património Mundial

Sabias que o Castelo de Amboise fez parte do décimo-quarto conjunto de inscrições de França na Lista de Património Mundial da UNESCO? Esta 24ª sessão do Comité de Património Mundial realizou-se em Cairns (Austrália), entre os dias 27 de novembro e 2 de dezembro de 2000.

Hoje em dia, França é o terceiro país do mundo e o segundo país da Europa com mais sítios UNESCO, empatado com a Alemanha. Possui cinquenta e dois bens patrimoniais (tanto culturais, como naturais) inscritos na lista mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura!

Entretanto, já tive a oportunidade de visitar nove:

  1. Centro Histórico de Avignon: Palácio dos Papas, Conjunto Episcopal e Ponte de Avignon (1995)
  2. Le Havre, a Cidade Reconstruída por Auguste Perret (2005)
  3. Monte Saint-Michel e a sua Baía (1979)
  4. Nice, Cidade-Resort de Inverno da Riviera (2021)
  5. O Vale do Loire entre Sully-sur-Loire e Chalonnes (2000) – Castelo de Amboise, Castelo de Blois, Castelo de Chambord, Castelo de Chenonceau, Castelo de Sully-sur-Loire e Castelo do Clos Lucé
  6. Palácio e Parque de Fontainebleau (1981)
  7. Palácio e Parque de Versalhes (1979)
  8. Paris, Margens do Sena (1991)
  9. Provins, Vila de Feiras Medievais (2001)

Como Chegar ao Castelo de Amboise

Na minha opinião, a forma mais rápida e prática de chegar ao Castelo de Amboise é de carro. Sobretudo porque este monumento do Património Mundial da UNESCO é uma das melhores atrações para visitar numa road trip pelo Vale do Loire!

Porém, se não tiveres essa possibilidade, podes viajar de comboio desde a capital francesa. Para isso, deves apanhar um primeiro comboio Ouigo ou TGV inOui na Gare de Paris-Montparnasse e depois trocar na Gare de Saint-Pierre-des-Corps para um comboio TER (Transport Express Régional) em direção à Gare d’Amboise.

Horários de Abertura & Preços de Bilhetes

O Castelo de Amboise está aberto todos os dias a partir das 09h00, se bem que o horário de encerramento varia entre as 16h30 e as 19h00 consoante a altura do ano. Na época alta, o monumento fecha às 18h00 (em abril e setembro), 18h30 (em maio e junho) e 19h00 (em julho e agosto).

DICA: Antes da tua visita, consulta os horários de abertura no site oficial do Castelo de Amboise!

O bilhete custa 16.40€ (adulto), 13.70€ (estudantes) ou 10.50€ (crianças e jovens dos 7 aos 18 anos), sendo que as crianças com menos de 7 anos não pagam entrada. Este bilhete inclui um Histopad disponível em doze idiomas diferentes: Francês, Inglês, Italiano, Espanhol, Alemão, Português, Neerlandês, Russo, Polaco, Chinês, Japonês e Coreano.

O Que Ver no Castelo de Amboise

Castelo de Amboise

O Castelo de Amboise tem mais de uma dezena de espaços de visita. E estou a falar apenas dos espaços interiores! Estas são as salas, quartos, pavilhões e aposentos, que podes descobrir neste guia:

  • Sala da Guarda
  • Galeria da Guarda
  • Sala da Pilastra
  • Sala dos Tamborileiros
  • Grande Sala
  • Grande Câmara
  • Quarto do Rei
  • Guarda-Roupa
  • Gabinete Orléans-Penthièvre
  • Quarto Orléans
  • Salão de Música
  • Torre dos Mínimos
  • Galeria d’Aumale

Sala da Guarda

A Sala da Guarda (em francês, Salle des Gardes) é o primeiro espaço da residência gótica à qual os visitantes do Castelo de Amboise têm acesso. E um dos destalhes arquitetónicos que evidencia este período artístico são as abóbadas de vigas cruzadas, que adornam o teto.

A Sala da Guarda era a entrada dos aposentos reais do Castelo de Amboise. Tal como diz o nome, era neste espaço que permanecia o pelotão de guarda pessoal do Rei, que protegia o acesso aos andares nobres do edifício de dia e de noite.

Galeria da Guarda

A Galeria da Guarda (em francês, Promenoir des Gardes) é uma galeria exterior coberta contígua à Sala da Guarda. Daqui, o pelotão de guarda pessoal do Rei podia vigiar os barcos que navegavam e atravessavam o rio Loire, de modo a antecipar possíveis ataques inimigos.

Apesar do Castelo de Amboise ter sido construído num imponente contraforte na margem sul do rio Loire, elevando-se bem acima da vila circundante, o monumento dependia destes locais de atalaia e patrulhamento para garantir a segurança da Família Real Francesa.

Sala da Pilastra

A Sala da Pilastra (em francês, Salle du Pilier) era uma sala de passagem entre uma antiga galeria da torre de menagem e a residência real propriamente dita, utilizada somente pelos guardas e criadas do Castelo de Amboise.

Anteriormente chamada de Salão dos Guardas Nobres (em francês, Salle des Gardes Nobles), a Sala da Pilastra apresenta um teto semelhante à Sala da Guarda, com abóbodas de vigas cruzadas. Já a coluna central gótica, que sustenta o conjunto arquitetónico, faz lembrar uma palmeira!

Sala dos Tamborileiros

A Sala dos Tamborileiros (em francês, Salle des Tambourineurs) era o antigo quarto de vestir do rei Carlos VIII de França. Naquela época, a Corte Real viajava constantemente e todos os movéis presentes nesta divisão eram levados nessas deslocações.

A Sala dos Tamborileiros recebeu o seu nome atual em 1661, aquando de uma visita do rei Luís XIV de França a Amboise. Esta designação é uma alusão aos músicos (ou tamborileiros), que participavam nas inúmeras festas e bailes organizados no Castelo de Amboise.

Grande Sala

A Grande Sala (em francês, Grande Salle) foi um dos primeiros salões europeus de tais dimensões utilizado para entreter os cortesãos. Contígua a ele, fica o pátio onde se realizaram dois importantes eventos reais em 1518: o batismo do Delfim e o casamento do sobrinho do Papa Lourenço II de Médici.

Anteriormente chamada de Sala do Conselho (em francês, Salle du Conseil), este salão era o símbolo da riqueza do rei Francisco I de França e o reflexo das suas poderosas alianças com a Santa Sé e as principais cortes europeias do Renascimento – em particular, a corte italiana.

Grande Câmara

A Grande Câmara (em francês, Grande Chambre) expõe, nos dias de hoje, uma interessante coleção de móveis e objetos associados aos costumes das refeições reais no período renascentista. Entre eles, é de salientar a mesa italiana, que veio substituir os cavaletes medievais.

Anteriormente chamada de Sala do Copeiro (em francês, Salle de l’Echanson), a Grande Câmara começou por servir de cómodo de aparato. Era neste espaço que o rei recebia os seus convidados mais próximos, longe dos olhares curiosos da corte francesa.

Quarto do Rei

O Quarto do Rei (em francês, Chambre du Roi), como é possível deduzir pelo nome, foi o quarto de dormir do rei Francisco I de França e do seu segundo filho e herdeiro, o rei Henrique II de França. Mais tarde, foi ainda ocupado pela viúva deste último, Catarina de Médici.

Anteriormente chamado de Quarto Henrique II (em francês, Chambre Henri II), o Quarto do Rei está ornamentado com uma cama ricamente trabalhada, tapeçarias tecidas na Bélgica, ou o quadro “A Morte de Leonardo da Vinci” pintado por François-Guillaume Ménageot em 1781.

Guarda-Roupa

O Guarda-Roupa (em francês, Garde-Robe) é uma divisão de pequenas dimensões, que se encontra a curta distância dos aposentos do rei (ou da rainha, dependendo de quem frequentava o Quarto do Rei). Aqui, eram conservados os trajes dos monarcas em grandes arcas de madeira.

Anteriormente chamado de Antecâmara do Cordeliê (em francês, Antichambre de la Cordelière), o Guarda-Roupa foi reformado no século XIX. Quando o atravessares, repara na magnífica lareira, esculpida com o Colar da Ordem de Saint-Michel e a corda entrelaçada da Ordem dos Franciscanos.

Gabinete Orleães-Penthièvre

O Gabinete Orleães-Penthièvre (em francês, Cabinet Orléans-Penthièvre) é um antigo gabinete de trabalho, decorado ao gosto da época (isto é, finais do século XVIII). É igualmente a primeira de três salas que compõem os Aposentos Orleães.

O Castelo de Amboise foi adquirido em 1786 pelo Duque de Penthièvre, primo do rei Luís XVI. Depois de confiscado e incendiado durante a Revolução Francesa, a residência real foi recuperada pela única herdeira do Duque de Penthièvre: Luísa Maria Adelaide de Bourbon, Duquesa de Orleães.

Quarto Orléans

O Quarto Orléans (em francês, Chambre Orléans) é a segunda sala dos Aposentos Orleães. Adornada de acordo com as preferências da época, exibe um retrato oficial do rei Luís Filipe I de França, que recebeu o Castelo de Amboise da sua mãe, Luísa Maria Adelaide de Bourbon.

Luís Filipe I chegou ao trono de França em 1830 graças às ideias vanguardistas e grande popularidade. No entanto, a prosperidade económica que marcou o início do seu reinado rapidamente se transformou numa profunda crise económica e social, que o forçou a abdicar da coroa em 1848.

Salão de Música

O Salão de Música (em francês, Salon de Musique) é a terceira e última das salas que constituem os Aposentos Orleães. Além do piano de cauda e da harpa que lhe dão o nome, ambos datados do século XIX, o Salão da Música é um verdadeiro museu de relíquias da família Orleães!

O rei Luís Filipe I de França e a sua família usaram o Castelo de Amboise como a sua residência de férias. Por essa razão, não é nenhuma surpresa a quantidade de retratos e bustos da esposa, filhos e irmã do rei que estão espalhados pela sala.

Torre dos Mínimos

A Torre dos Mínimos (em francês, Tour des Minimes) possui um terraço no telhado, que oferece vistas panorâmicas sobre a vila de Amboise e o vale do Loire. Por outro lado, as oportunidades fotográficas que oferece aos turistas tornam-no num dos locais mais movimentados do Castelo de Amboise!

Um enorme salão adjacente, que foi construído em 1843 e entretanto demolido, recebeu com grande cerimónia o Presidente e futuro Imperador Napoleão III de França, que se deslocou ao Castelo de Amboise para anunciar pessoalmente ao Emir Abdalcáder a sua liberação.

Galeria de Aumale

A Galeria de Aumale (em francês, Galerie d’Aumale) homenageia o quinto filho do rei Luís Filipe I França: Henrique, Duque de Aumale e dono do Castelo de Amboise desde 1895. E para lá chegares, deves subir a rampa em forma de hélice, por onde passavam os cavalos do rei (ou do imperador).

O Duque de Aumale foi um militar e político, além de um renomado mecenas, possuindo a maior coleção privada de livros e arte antiga de França. O seu legado encontra-se atualmente preservado no Castelo de Chantilly, sob a alçada do Institut de France.

Jardins e Terraços

Os sucessivos reis e rainhas que habitaram o Castelo de Amboise durante mais vários séculos procuraram construir recantos exteriores, onde pudessem passear, conviver e relaxar. E estes são os jardins, torres e terraços, que podes descobrir neste guia:

  • Capela de São Humberto
  • Torre Garçonnet
  • Terraço de Nápoles
  • Jardins Paisagísticos
  • Porta dos Leões
  • Jardim do Oriente
  • Jardim do Mediterrâneo
  • Torre Heurtault
  • Orangerie

Capela de São Humberto

A Capela de São Humberto (em francês, Chapelle Saint-Hubert) é um templo religioso em estilo gótico flamejante, que abriga o túmulo de Leonardo da Vinci. Dedicada a São Humberto, o padroeiro dos caçadores, foi construída em 1493 para uso privativo da Família Real Francesa.

A Capela de São Humberto veio substituir a Igreja Colegial de São Florentino, um edifício em estilo românico do século XI. Foi neste monumento agora demolido que foi primeiro enterrado Leonardo da Vinci. O seu busto em mármore de Carrara esculpido por Charles-Henri de Vauréal marca o sítio exato.

Torre Garçonnet

A Torre Garçonnet (em francês, Tour Garçonnet) é um estrutura circular, com cerca de 26 metros de altura, que foi erigida entre 1466 e 1468, de modo a facilitar a coabitação do Castelo de Amboise com a vila de Amboise, que crescia rapidamente a seus pés.

Plantada na extremidade oeste da muralha do Castelo de Amboise, a Torre Garçonnet oferece uma das melhores perspetivas deste sítio do Património Mundial da UNESCO, com vistas diretas sobre o rio Loire, o centro histórico de Amboise e o Vale do Loire!

Terraço de Nápoles

O Terraço de Nápoles (em francês, Terrasse de Naples) situa-se à esquerda da Torre dos Mínimos, sendo visível desde o seu telhado. Datado de 1496, foi desenhado por Dom Pacello de Mercogliano, um arquiteto paisagista e engenheiro hidráulico napolitano.

Quando o rei Carlos VIII de França regressou da sua conquista do reino de Nápoles, decidiu integrar um grande jardim suspenso ao projeto arquitetónico do Castelo de Amboise. Aberto para a paisagem circundante, o Terraço de Nápoles é um dos primeiros exemplos de “jardim à francesa”.

Jardins Paisagísticos

Os Jardins Paisagísticos (em francês, Jardins Paysagers) correspondem à parte superior dos jardins do Castelo de Amboise. Aqui, é possível admirar a diversidade botânica e até detetar a abundância de espécies de aves que vivem neste amplo espaço verde!

Com estreitos e sinuosos caminhos, este antigo parque romântico foi enriquecido nos últimos anos com novos tipos de plantas, nomeadamente azinheiras, ciprestes, buxos, vinhas, gramíneas, jasmim estrelados, gerânios perenes e cardos-marianos.

Porta dos Leões

A Porta dos Leões (em francês, Porte des Lions) é um portão de madeira ripada instalado no centro da muralha leste do Castelo de Amboise. Normalmente não acessível ao público, permite entrar na propriedade pelo topo dos jardins, entre os Jardins Paisagísticos e o Jardim do Oriente.

Partindo desta entrada histórica, a alameda central do parque verde do Castelo de Amboise liga os jardins à residência real. E a poucos metros da Porta dos Leões, encontras ainda um majestoso cedro-do-líbano, plantado no reinado de Luís Filipe I!

Jardim do Oriente

O Jardim do Oriente (em francês, Jardin d’Orient) foi projetado em 2005 pelo artista plástico, pintor, escultor, gravador e ceramista argelino Rachid Koraïchi, conhecido por integrar a caligrafia árabe como elemento gráfico nas suas obras contemporâneas.

O Jardim do Oriente foi criado em honra das vinte e cinco pessoas do séquito do Emir Abdalcáder, mortos em Amboise entre 1848 e 1852. As estelas estão dispostas geometricamente em três filas e são rompidas por uma linha verde de arbustos.

Jardim do Mediterrâneo

O Jardim do Mediterrâneo (em francês, Jardin du Midi) é a secção mais meridional dos jardins do Castelo de Amboise. De proporções bastante reduzidas, apresenta uma configuração diagonal muito fascinante, mas que infelizmente só é percetível vista de cima.

Os diversos canteiros diagonais de sempre-vivas (ou ervas-do-caril) são cruzados por uns quantos losangos de roseiras brancas, dando origem a uma panóplia de formas desalinhadas, cores ténues e perfumes intensos. Já para não falar das vistas sobre o centro histórico de Amboise!

Torre Heurtault

A Torre Heurtault (em francês, Tour Heurtault) é a segunda torre de cavalaria do Castelo de Amboise. Com quatro andares e várias dezenas de metros de altura, esta enorme torre redonda fica em linha com a Torre dos Mínimos, já descrita neste guia.

Tanto a Torre Heurtault como a Torre dos Mínimos foram erguidas entre 1495 e 1498, por iniciativa do rei Carlos III de França, sendo portanto consideradas como “torres gémeas”. A Torre Heurtault também tem uma rampa helicoidal com uma inclinação suave.

Orangerie

A Orangerie é um café e espaço digital recém renovado, que acolhe as casas de banho, máquinas de bebidas e snacks, e outras instalações de serviços do Castelo de Amboise. O Café de l’Orangerie está aberto de abril a setembro (inclusive), vendendo bebidas e refeições leves.

No espaço digital da Orangerie, os visitantes podem ficar a conhecer melhor a história do Castelo de Amboise, através de modelos 3D, terminais interativos e telas gigantes. Devido à sua localização, podes optar por visitá-la quer no início, quer no fim da tua visita ao Castelo de Amboise!

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